Fragmentos da dor: violência racial e étnica no cinema brasileiro no crepúsculo da ditadura civil-militar (1979-1985)

Pedro Lapera

Resumo


Este artigo pretende abordar a circulação das memórias de violência racial e étnica praticadas pela ditadura civil-militar, que passaram a ser divulgadas a partir da fase de sua distensão. Nossa análise será centrada em três filmes: O Homem que virou suco (João Batista de Andrade, 1980); Mato eles? (Sérgio Bianchi, 1982) e O Dia em que Dorival encarou a guarda (Jorge Furtado & José Pedro Goulart, 1985). As questões que irão nortear esse artigo são: a) de que modos os filmes operam a mediação entre as memórias dos grupos marginalizados e o público de cinema?; e b) de que modos as instituições estatais (censura e EMBRAFILME, empresa estatal que financiou e distribuiu os filmes abordados) avaliaram essas obras? 


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